CNAE no Simples Nacional: Como Consultar e Escolher

CNAE no Simples Nacional é um dos pontos mais importantes para quem pretende abrir uma empresa, alterar uma atividade ou verificar se o CNPJ pode permanecer nesse regime tributário. Embora muitos empreendedores olhem primeiro para o faturamento, a atividade econômica cadastrada também influencia diretamente na possibilidade de enquadramento, na tributação e nos riscos de impedimento.

O CNAE, sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, é o código usado para identificar a atividade exercida por uma empresa. Ele informa se o negócio atua com comércio, indústria, prestação de serviços ou outras atividades econômicas.

Por isso, escolher um CNAE apenas “parecido” com a atividade real da empresa pode gerar problemas, como pagamento incorreto de impostos, dificuldade na emissão de notas fiscais e impedimento na opção pelo Simples Nacional.

Antes de solicitar a opção ou revisar o enquadramento da empresa, também é importante acompanhar a consulta Simples Nacional. Essa verificação ajuda a entender se o CNPJ aparece corretamente no regime e se existem sinais de pendência, exclusão ou inconsistência que precisam ser analisados.

Para entender o funcionamento geral do regime, veja também o guia completo sobre Simples Nacional. Neste artigo, o foco será mostrar como consultar e escolher o CNAE no Simples Nacional, quais erros evitar e por que essa decisão deve ser feita com cuidado.


O que é CNAE?

Empreendedor analisando documentos e atividade econômica da empresa para escolher o CNAE no Simples Nacional.
Escolher o CNAE correto ajuda a manter o CNPJ enquadrado, evitar inconsistências fiscais e reduzir riscos no Simples Nacional.

⏱ Duração do áudio: 7 minutos e dez segundos.

Este artigo também está disponível em versão narrada. No áudio acima explicamos o que é CNAE no Simples Nacional, como consultar, como escolher a atividade correta e quais erros evitar no enquadramento da empresa.

O CNAE, sigla para Classificação Nacional de Atividades Econômicas, é o código utilizado para identificar oficialmente qual atividade uma empresa exerce. Ele funciona como uma espécie de classificação do negócio, indicando se a empresa atua com comércio, indústria, prestação de serviços, transporte, alimentação, atividades técnicas, profissionais ou outros tipos de operação.

Na prática, toda empresa precisa ter pelo menos um CNAE cadastrado no CNPJ. Esse código ajuda os órgãos públicos a entenderem qual é a atividade econômica exercida, quais obrigações podem ser aplicadas e quais regras tributárias devem ser observadas. Por isso, o CNAE não deve ser escolhido apenas por aproximação ou conveniência: ele precisa refletir a atividade real da empresa.

No caso do CNAE no Simples Nacional, essa escolha merece ainda mais atenção, porque nem todas as atividades são permitidas no regime. Algumas podem optar normalmente, outras podem ter regras específicas, e há também atividades que impedem o enquadramento. Isso significa que um CNPJ pode estar dentro do limite de faturamento, mas ainda assim não conseguir entrar no Simples Nacional se a atividade cadastrada for incompatível.

Além disso, o CNAE pode influenciar o anexo em que a empresa será tributada. Empresas de comércio, indústria e serviços podem ter formas diferentes de cálculo, e algumas atividades de prestação de serviços podem ter carga tributária maior ou menor dependendo do enquadramento. Por isso, escolher o código correto ajuda a evitar erros no cálculo de impostos e problemas futuros com o Fisco.

Para quem está abrindo um MEI, uma microempresa ou uma empresa de pequeno porte, entender o CNAE é uma etapa essencial antes de solicitar a opção pelo Simples Nacional. Um código inadequado pode gerar indeferimento, desenquadramento ou necessidade de alteração cadastral depois.

Por isso, antes de escolher ou alterar o CNAE, o ideal é verificar se a atividade realmente corresponde ao que a empresa faz e se ela é permitida no regime. Quando houver dúvida, a orientação contábil pode evitar escolhas erradas e ajudar o empreendedor a manter o CNPJ regular desde o início.


Para que serve o CNAE no Simples Nacional?

O CNAE no Simples Nacional serve para identificar a atividade econômica da empresa e verificar se ela pode ou não ser enquadrada nesse regime tributário. Em outras palavras, ele ajuda a definir se o negócio exerce uma atividade permitida, se existe alguma restrição e qual tratamento tributário pode ser aplicado.

Essa informação é importante porque o Simples Nacional não depende apenas do faturamento. Muitas empresas pequenas acreditam que, por terem receita dentro do limite permitido, já podem optar automaticamente pelo regime. Mas isso não é verdade. A atividade exercida também precisa ser compatível com as regras do Simples Nacional.

Na prática, o CNAE pode influenciar três pontos principais: a possibilidade de opção pelo regime, o anexo de tributação e o valor dos impostos pagos. Uma empresa de comércio, por exemplo, tende a seguir uma lógica diferente de uma empresa de serviços. Já algumas atividades técnicas ou profissionais podem ter regras específicas e exigir uma análise mais cuidadosa antes da opção.

O CNAE no Simples Nacional também ajuda a evitar erros de enquadramento. Quando a empresa escolhe um código que não representa corretamente a atividade exercida, pode acabar pagando imposto de forma inadequada, emitindo notas fiscais com informações inconsistentes ou enfrentando problemas em uma futura verificação fiscal.

Além disso, o CNAE pode interferir na permanência da empresa no regime. Se o CNPJ passa a exercer uma atividade não permitida ou mantém um código incompatível com o Simples Nacional, isso pode gerar impedimentos, indeferimento da opção ou até risco de exclusão do Simples Nacional.

Por isso, antes de abrir a empresa, alterar atividades ou solicitar a opção pelo regime, é recomendável revisar o CNAE no Simples Nacional com atenção. A consulta Simples Nacional também pode ajudar a acompanhar se o CNPJ aparece corretamente no regime e se há algum sinal de pendência ou inconsistência.


Como consultar CNAE no Simples Nacional?

Consultar o CNAE no Simples Nacional é uma etapa importante antes de abrir uma empresa, alterar atividades no CNPJ ou solicitar a opção pelo regime. Essa consulta ajuda o empreendedor a verificar se a atividade econômica escolhida é compatível com o Simples Nacional e se existe algum impedimento que possa afetar o enquadramento.

O primeiro passo é identificar qual CNAE no Simples Nacional representa corretamente a atividade exercida pela empresa. Para isso, o empreendedor pode pesquisar a descrição da atividade econômica e comparar com o que o negócio realmente faz na prática. Essa etapa exige atenção, porque atividades parecidas podem ter códigos diferentes e consequências tributárias distintas.

A consulta deve ser feita em fontes oficiais. A pesquisa da atividade econômica pode ser feita na página oficial de Classificação Nacional de Atividades Econômicas — CNAE, usada para consultar códigos, descrições de atividades e informações relacionadas à classificação econômica da empresa.

De forma prática, o processo pode seguir este caminho:

  1. identifique a atividade real exercida pela empresa;
  2. pesquise o código CNAE correspondente;
  3. verifique se esse CNAE é permitido no Simples Nacional;
  4. confira se existem restrições ou regras específicas;
  5. analise se o CNAE no Simples Nacional influencia o anexo de tributação;
  6. confirme se o cadastro do CNPJ está coerente com a atividade exercida.

Ao fazer essa verificação, o empreendedor evita escolher um código apenas pelo nome parecido. O ideal é analisar a descrição completa da atividade, porque um CNAE aparentemente semelhante pode pertencer a uma categoria diferente e gerar tratamento tributário inadequado.

Quando a empresa já existe, também vale conferir se o CNPJ aparece corretamente no regime. A consulta CNPJ Simples Nacional ajuda a confirmar se a empresa consta como optante e se o enquadramento aparece ativo no sistema.

Se a consulta mostrar que a empresa não é optante, foi excluída ou apresenta alguma inconsistência, é importante investigar o motivo. Em alguns casos, o problema pode estar justamente em atividade incompatível, CNAE inadequado ou pendência que precisa ser corrigida antes de uma nova solicitação.


Como escolher o CNAE correto para o Simples Nacional?

Escolher o CNAE no Simples Nacional corretamente é uma etapa essencial para evitar problemas no enquadramento tributário da empresa. O CNAE precisa representar a atividade real exercida pelo negócio, e não apenas uma descrição parecida ou mais conveniente. Quando o código não corresponde à operação verdadeira, a empresa pode enfrentar dificuldades na emissão de notas fiscais, no cálculo dos impostos e até na permanência no regime.

O primeiro cuidado é analisar o que a empresa realmente faz. Um negócio pode vender produtos, prestar serviços, atuar com atividades mistas ou exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo. Por isso, antes de escolher o CNAE, o empreendedor deve descrever com clareza quais serviços presta, quais produtos vende, como atende seus clientes e de onde vem a maior parte do faturamento.

Depois disso, é importante verificar se a atividade principal está correta. O CNAE principal deve representar a atividade mais relevante da empresa, normalmente aquela que gera maior receita ou define a essência do negócio. Já os CNAEs secundários devem ser usados para atividades complementares que também são exercidas de forma real.

Outro ponto essencial é conferir se o CNAE é permitido no Simples Nacional. Algumas atividades podem impedir a opção pelo regime, enquanto outras são permitidas, mas podem ter regras específicas ou tributação em anexos diferentes. Por isso, escolher o código apenas pelo nome pode ser arriscado. O ideal é analisar a descrição completa da atividade e verificar como ela se encaixa nas regras do regime.

Quando houver dúvida entre dois ou mais códigos, o ideal é buscar orientação contábil antes de finalizar o cadastro. Um contador pode ajudar a comparar atividades, verificar restrições, avaliar anexos e evitar escolhas que prejudiquem a empresa depois da abertura.

A escolha correta do CNAE no Simples Nacional ajuda a manter o CNPJ coerente com a atividade exercida, reduz o risco de inconsistências e facilita a permanência no Simples Nacional. Por isso, esse cuidado deve ser feito antes da abertura da empresa, antes de solicitar a opção pelo regime e sempre que houver mudança na atividade do negócio.


CNAE permitido e CNAE impeditivo no Simples Nacional: qual a diferença?

Entender a diferença entre CNAE permitido e CNAE impeditivo no Simples Nacional é fundamental para evitar erros na abertura, alteração ou regularização de uma empresa. Essa análise mostra se a atividade econômica cadastrada no CNPJ pode ou não participar do regime simplificado.

O CNAE permitido é aquele que pode ser utilizado por empresas optantes pelo Simples Nacional, desde que os demais requisitos também sejam cumpridos. Isso significa que a empresa ainda precisa respeitar limite de faturamento, regularidade fiscal, regras societárias e demais condições exigidas pela legislação.

Já o CNAE impeditivo é aquele que pode impedir a empresa de optar ou permanecer no Simples Nacional. Nesse caso, mesmo que o negócio tenha faturamento baixo e estrutura pequena, a atividade exercida pode não ser aceita no regime. Por isso, olhar apenas para o tamanho da empresa não é suficiente.

Também existem situações em que o CNAE no Simples Nacional exige análise mais cuidadosa. Algumas atividades podem parecer permitidas, mas possuem regras específicas, tributação em anexos diferentes ou exigem atenção ao tipo de serviço prestado. É por isso que consultar apenas o nome do CNAE pode não ser suficiente; o ideal é analisar a descrição completa da atividade e verificar se ela corresponde exatamente ao que a empresa faz.

Um erro comum é escolher um CNAE “parecido” apenas para conseguir enquadramento no Simples Nacional. Essa prática pode trazer problemas futuros, principalmente se a atividade real da empresa não for compatível com o código cadastrado. Em uma fiscalização ou análise cadastral, essa incompatibilidade pode gerar questionamentos, necessidade de correção e até risco de exclusão do Simples Nacional.

Outro ponto importante é que o CNAE principal e os CNAEs secundários devem ser avaliados. Mesmo que a atividade principal seja permitida, uma atividade secundária incompatível pode gerar impedimentos, dependendo do caso. Por isso, antes de solicitar a opção pelo regime, é recomendável revisar todos os códigos cadastrados no CNPJ.

Quando a empresa já está em funcionamento, a atenção deve ser ainda maior. Se o negócio passou a prestar novos serviços, vender outros produtos ou atuar em uma atividade diferente da registrada, pode ser necessário atualizar o cadastro. Manter o CNAE no Simples Nacional desatualizado ou incompatível pode prejudicar a emissão de notas, a tributação e a regularidade da empresa.


CNAE principal e CNAE secundário: como isso afeta o Simples Nacional?

O CNAE principal e o CNAE secundário podem influenciar diretamente o enquadramento da empresa no Simples Nacional. Por isso, não basta escolher apenas um código qualquer na abertura do CNPJ. É importante entender qual atividade representa o foco principal do negócio e quais atividades complementares realmente são exercidas pela empresa.

O CNAE principal deve indicar a atividade mais importante da empresa, geralmente aquela que gera a maior parte do faturamento ou representa a essência do negócio. Por exemplo, se uma empresa atua principalmente com comércio de roupas, esse deve ser o código principal. Se também presta pequenos serviços relacionados, esses serviços podem aparecer como atividades secundárias, desde que sejam realmente exercidos.

Já os CNAEs secundários servem para registrar atividades adicionais. Eles são úteis quando a empresa realiza mais de uma operação, como vender produtos e prestar serviços, atuar em diferentes segmentos ou ampliar suas fontes de receita. Porém, esses códigos também precisam ser escolhidos com cuidado, porque podem afetar o enquadramento, a tributação e a regularidade do CNPJ.

No CNAE no Simples Nacional, todos os códigos cadastrados precisam ser analisados. Mesmo que o CNAE principal seja permitido, uma atividade secundária incompatível pode gerar problemas, dependendo da situação. Por isso, é arriscado incluir vários CNAEs apenas “por garantia”, sem que a empresa realmente exerça aquelas atividades.

Outro ponto importante é que cada CNAE pode estar relacionado a um tipo de tributação. Algumas atividades se enquadram em anexos diferentes, o que pode alterar a forma de cálculo do imposto. Isso é especialmente relevante para empresas que atuam com atividades mistas, como comércio e prestação de serviços.

Quando a empresa possui mais de uma atividade, também pode ser necessário separar corretamente as receitas. Isso ajuda a evitar erro na apuração, no cálculo do DAS e no enquadramento tributário. Se a empresa informa receitas de forma incorreta ou usa um CNAE que não corresponde à operação real, pode pagar imposto errado ou enfrentar inconsistências fiscais.

Portanto, o CNAE principal mostra a atividade central da empresa, enquanto os CNAEs secundários registram atividades complementares. Ambos podem influenciar o Simples Nacional e precisam estar alinhados com a realidade do negócio.


Erros comuns ao escolher CNAE no Simples Nacional

Escolher o CNAE no Simples Nacional exige atenção, porque um erro nessa etapa pode afetar o enquadramento, a tributação e até a permanência da empresa no regime. Muitas vezes, o problema não acontece por má-fé, mas por falta de orientação, pressa na abertura do CNPJ ou tentativa de escolher um código apenas pelo nome parecido.

Um dos erros mais comuns é selecionar um CNAE que não representa a atividade real da empresa. Isso pode acontecer quando o empreendedor escolhe um código genérico ou parecido, mas que não corresponde exatamente ao serviço prestado ou ao produto vendido. Com o tempo, essa diferença pode gerar problemas na emissão de notas fiscais, na apuração dos impostos e na regularidade cadastral.

Outro erro frequente é olhar apenas se o CNAE parece permitido, sem verificar as regras do Simples Nacional. Algumas atividades possuem restrições, outras podem ser tributadas em anexos diferentes e algumas podem impedir a opção pelo regime. Por isso, a análise precisa considerar não apenas a descrição do código, mas também a compatibilidade com o enquadramento tributário.

Também é comum incluir vários CNAEs secundários “por precaução”, mesmo que a empresa não exerça aquelas atividades. Essa prática pode criar confusão, gerar dúvidas sobre a atividade real do negócio e até trazer impedimentos, caso algum código seja incompatível com o Simples Nacional.

Outro problema é não atualizar o CNAE no Simples Nacional quando a empresa muda de atividade. Se o negócio começou prestando um serviço e depois passou a vender produtos, ou se ampliou para uma área diferente, o cadastro precisa refletir essa mudança. Manter um CNAE antigo ou incompleto pode prejudicar a emissão de notas e a correta apuração dos tributos.

Muitos empreendedores também deixam de avaliar o impacto do CNAE nos anexos do Simples Nacional. Essa decisão pode influenciar diretamente o valor do imposto pago, principalmente em atividades de prestação de serviços. Um enquadramento mal analisado pode fazer a empresa pagar mais do que deveria ou recolher tributos de forma inadequada.

Outro erro importante é não conferir a situação do CNPJ depois de fazer alterações. Após mudar uma atividade ou solicitar opção pelo regime, é recomendável acompanhar a consulta Simples Nacional para verificar se o enquadramento aparece corretamente e se não existem sinais de pendência.


O que fazer se o CNAE estiver errado ou incompatível?

Quando o CNAE no Simples Nacional está errado ou incompatível com a atividade real da empresa, o primeiro passo é não ignorar o problema. Um código inadequado pode afetar a emissão de notas fiscais, a apuração dos impostos, a opção pelo Simples Nacional e a regularidade do CNPJ. Por isso, quanto antes a situação for analisada, menores tendem a ser os riscos.

O ideal é começar verificando qual atividade a empresa realmente exerce. O empreendedor deve comparar o que está cadastrado no CNPJ com os produtos vendidos, serviços prestados e operações realizadas no dia a dia. Se o código cadastrado não representa a atividade real, pode ser necessário corrigir ou atualizar o cadastro da empresa.

Depois disso, é importante verificar se o novo CNAE pretendido é permitido no Simples Nacional. Algumas atividades podem continuar enquadradas normalmente, enquanto outras podem exigir alteração de regime ou gerar impedimento. Essa análise deve ser feita com cuidado, porque mudar o CNAE no Simples Nacional sem avaliar o impacto tributário pode criar outro problema em vez de resolver o primeiro.

Se a empresa ainda não conseguiu optar pelo regime por causa de atividade incompatível, é importante revisar o cadastro antes de uma nova solicitação. Em alguns casos, o impedimento pode estar no CNAE principal. Em outros, pode estar em uma atividade secundária que foi incluída sem necessidade ou que não corresponde mais à realidade do negócio.

Quando a empresa já está no regime e descobre que possui um CNAE no Simples Nacional incompatível, a atenção deve ser ainda maior. Dependendo da situação, pode haver risco de questionamento fiscal, necessidade de correção cadastral ou até exclusão do Simples Nacional. Por isso, é importante agir antes que a inconsistência gere problemas maiores.

Após corrigir ou atualizar o cadastro, também é recomendável fazer a consulta CNPJ Simples Nacional para verificar se a empresa continua aparecendo corretamente como optante pelo regime. Esse acompanhamento ajuda a confirmar se a regularização foi refletida nos sistemas oficiais.

Além disso, se a alteração do CNAE impactar a forma de tributação, pode ser necessário revisar a apuração dos impostos, o anexo aplicável e os procedimentos internos da empresa. Em situações mais complexas, o apoio contábil é essencial para evitar pagamento incorreto, pendências ou decisões apressadas.


FAQ sobre CNAE no Simples Nacional

O que é CNAE no Simples Nacional?

CNAE no Simples Nacional é o código que identifica a atividade econômica exercida pela empresa e ajuda a verificar se o negócio pode ou não optar por esse regime tributário. Esse código também pode influenciar o anexo de tributação e o cálculo dos impostos.

Como saber se um CNAE é permitido no Simples Nacional?

Para saber se um CNAE é permitido no Simples Nacional, é necessário verificar se a atividade econômica possui restrição para o regime e se o código corresponde à atividade real da empresa.

O que é CNAE impeditivo no Simples Nacional?

CNAE impeditivo é aquele que pode impedir a empresa de optar ou permanecer no Simples Nacional. Mesmo que a empresa tenha faturamento dentro do limite, uma atividade incompatível pode bloquear o enquadramento ou gerar problemas futuros.

Uma empresa pode ter mais de um CNAE no Simples Nacional?

Sim. A empresa pode ter CNAE principal e CNAEs secundários, desde que todos representem atividades realmente exercidas.

CNAE secundário pode impedir o Simples Nacional?

Dependendo do caso, sim. Mesmo que o CNAE principal seja permitido, uma atividade secundária incompatível pode gerar impedimentos ou exigir análise mais cuidadosa. Por isso, todos os CNAEs cadastrados no CNPJ devem ser revisados.

CNAE errado pode causar exclusão do Simples Nacional?

Sim. Um CNAE incompatível com a atividade real da empresa ou não permitido no regime pode gerar problemas fiscais, indeferimento de opção e até exclusão do Simples Nacional, dependendo da situação.

Posso escolher qualquer CNAE para pagar menos imposto?

Não. O CNAE no Simples Nacional deve refletir a atividade real da empresa. Escolher um código apenas para tentar reduzir imposto pode gerar inconsistências, pagamento incorreto e problemas com o Fisco.

Como corrigir CNAE errado no CNPJ?

Para corrigir um CNAE errado, é necessário atualizar o cadastro da empresa nos órgãos competentes, verificando se a nova atividade é compatível com o Simples Nacional. Em muitos casos, o apoio contábil é recomendado para evitar erro no enquadramento.

CNAE influencia o valor do imposto no Simples Nacional?

Sim. O CNAE pode influenciar o anexo de tributação e, consequentemente, o cálculo do imposto. Isso é especialmente importante para empresas de prestação de serviços, que podem ter tributação diferente conforme a atividade exercida.

MEI também precisa verificar CNAE?

Sim. O MEI também precisa escolher uma atividade permitida para o seu enquadramento. Se a atividade não for permitida para MEI ou não corresponder ao que o empreendedor faz, pode haver necessidade de ajuste ou mudança de enquadramento.


Guia do cluster: CNAE, Simples Nacional e regularidade do CNPJ

O CNAE no Simples Nacional é uma etapa importante para manter o CNPJ enquadrado corretamente e evitar problemas fiscais. A escolha da atividade econômica influencia a possibilidade de opção pelo regime, o anexo de tributação, o cálculo dos impostos e até a permanência da empresa no Simples Nacional.

Para entender o funcionamento geral do regime, veja o guia completo sobre Simples Nacional. Esse conteúdo explica quem pode optar, quais impostos estão incluídos, como funciona o DAS e quais cuidados ajudam empresas e MEIs a manterem a regularidade.

Antes de escolher ou alterar uma atividade, também é importante acompanhar a consulta Simples Nacional. Essa verificação ajuda a identificar se o CNPJ aparece corretamente no regime, se existem pendências ou se há sinais de inconsistência no enquadramento.

Quando a dúvida for confirmar se a empresa continua optante, a consulta CNPJ Simples Nacional pode ajudar a verificar se o CNPJ aparece como enquadrado no regime e se a situação está ativa.

Em alguns casos, para acessar serviços mais detalhados ou acompanhar informações internas, o empreendedor pode precisar do código de acesso do Simples Nacional. Esse acesso pode ser útil para verificar pendências, consultar dados fiscais e acompanhar a situação da empresa nos sistemas oficiais.

Se o CNAE no Simples Nacional estiver incompatível, a empresa pode enfrentar problemas na opção, na emissão de notas fiscais ou na permanência no regime. Em situações mais graves, uma atividade não permitida pode contribuir para a exclusão do Simples Nacional.

Quando a incompatibilidade vem acompanhada de débitos ou pendências fiscais, o Parcelamento do Simples Nacional pode ser uma alternativa para organizar valores em aberto e buscar a regularização.

No caso do microempreendedor individual, a escolha da atividade também merece cuidado. Além de verificar se o CNAE é permitido para MEI, o empreendedor precisa manter o DAS MEI em dia e entregar a Declaração Anual MEI — DASN-SIMEI dentro do prazo para preservar a regularidade do CNPJ.

Como escolher o CNAE no Simples Nacional com segurança

Escolher o CNAE no Simples Nacional com segurança exige atenção à atividade real da empresa, às regras do regime e ao impacto tributário do enquadramento. O código deve representar o que o negócio realmente faz, e não apenas uma atividade parecida ou escolhida por conveniência.

Antes de abrir a empresa, alterar atividades ou solicitar a opção pelo Simples Nacional, o ideal é analisar o CNAE principal, os CNAEs secundários e a compatibilidade de cada código com o regime. Essa revisão ajuda a evitar indeferimento, pagamento incorreto de impostos, inconsistências cadastrais e problemas futuros com o Fisco.

Também é importante acompanhar o cadastro ao longo do tempo. Se a empresa mudar de atividade, ampliar serviços ou passar a vender novos produtos, o CNAE pode precisar de atualização. Manter códigos desatualizados pode prejudicar a emissão de notas fiscais e comprometer o enquadramento tributário.


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